UFMG

Programa - Grupos de Pesquisa

Centro de Convergência em Novas Mídias (CCNM)

O Centro de Convergência em Novas Mídias foi criado em 2005, sob coordenação da profa. Regina Helena Alves Silva. O grupo dedica-se ao estudo das culturas urbanas, das tecnologias digitais de informação e comunicação e sua aplicação em contextos sociais. Diante do avanço das tecnologias digitais de informação e comunicação, o grupo alia a pesquisa de cunho tecnológico com a investigação de caráter social, buscando refletir sobre os processos implicados nessa interação, em especial aqueles de inclusão digital.

Desde 2012, o CCNM articula-se também em NucCon (Núcleo de Pesquisa em Conexões Intermidiáticas e NucleUrb (Núcleo de Pesquisa em Culturas Urbanas)

O NucCon pretende discutir conceitualmente e realizar pesquisas empíricas e/ou aplicadas sobre as múltiplas conexões intermidiáticas em curso na contemporaneidade. É formado pelos professores Camila Mantovani, Carlos d'Andréa, Fernanda Duarte, Geane Alzamora, Joana Ziller, Sônia Pessoa e Vanessa Brandão.

O NucleUrb nasce do exercício coletivo e interdisciplinar de pesquisadores e estudantes cujas investigações e reflexões tenham como objeto e/ou tema o espaço urbano. É coordenado pela profa. Regina Helena Alves Silva.

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Coletivo de Estudos, Pesquisas Etnográficas e Ações Comunicacionais em Contextos de Risco (CORISCO)

O coletivo de pesquisa liderado pela professora Luciana Oliveira, surgiu em 2016 e congrega pessoas interessadas em estudos diversos, pesquisas etnográficas e ação no campo comunicacional em contextos de risco. É daí que surgiu o nome e a sigla do grupo. A sigla é também uma referência ao companheiro de Lampião, o Corisco, anti-herói popular do cangaço - movimento estigmatizado como de ferozes bandidos - que representava um ideal de construção de justiça e reparação de danos através de ações diretas que muito inspira os trabalhos desenvolvidos pelo grupo.

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Coletivo Marta (Grupo de Pesquisa em Comunicação e Culturas Esportivas)

O Coletivo Marta se constituiu em 2018 e trabalha na interseção entre Comunicação e Esporte. Nos propomos a estudar os fenômenos dessa interface a partir de perspectivas teóricas contemporâneas da Comunicação, sobretudo aquelas que dialogam com a cultura, a política e abordagens críticas de análise. Dentro do grupo, buscamos dar espaço para temas de pesquisa pouco explorados nessa interseção e para atores invisibilizados no âmbito do esporte. Por isso, a escolha do nome, inclusive, Coletivo Marta, para demarcar um certo posicionamento político em torno das agendas de pesquisa tradicionais da área. As principais áreas de pesquisa do grupo são: (1) culturas e práticas torcedoras; (2) protestos e ativismo no esporte; (3) esporte, gênero e comunicação; (4) economia política esportiva; e (5) esporte e formações da comunicação. O grupo é coordenado pela Profa. Ana Carolina Vimieiro.

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Estudos de Redes Sociotécnicas (R-EST)

Fundado em 2019, o grupo tem como objetivo sistematizar um conjunto de estudos teóricos, empíricos e metodológicos que buscam aproximar os estudos de comunicação/mídia com os Estudos de Ciência e Tecnologia (STS, em inglês). A linha de pesquisa 'Plataformas online, algoritmos e métodos digitais' volta-se à investigação das dimensões tecnopolíticas de um conjunto heterogêneo de plataformas online, entre as quais o Twitter, Facebook, YouTube e Uber. Já a linha de pesquisa 'Mídias, tecnologias e controvérsias nos esportes' se concentra as articulações e tensões entre diferentes artefatos tecnológicos, dispositivos midiáticos e práticas esportivas contemporâneas (com ênfase no futebol). O grupo é coordenado pelo professor Carlos d'Andréa.

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Grupo de Pesquisa Comunicação e Cultura em Televisualidades (COMCULT)

Criado em 2008 no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFMG, sob a coordenação da profa. Simone Maria Rocha, o Grupo de Pesquisa em Comunicação e Cultura em Televisualidades (COMCULT) dedica-se, fundamentalmente, ao estudo das relações entre televisão e cultura contemplando todos os aspectos e dimensões do meio televisivo. Os textos - programas ficcionais, informativos ou de entretenimento - são analisados desde uma perspectiva estética bem como a partir de interrogações histórico-culturais e políticas. Estas perspectivas analíticas não se opõem como enfoques antitéticos mas, sim, vinculam-se na medida em que ambas constituem os produtos televisivos: estilos, poéticas e modelos narrativos; matrizes históricas e político-culturais; a encenação do popular e a representação cultural e política das massas; os direitos de reconhecimento cultural-identitário; a memória e sua articulação com o presente; as matrizes estético-populares; as relações com a audiência. Trata-se de compreender como as decisões estilísticas feitas pelas equipes nos fazem ver as marcas históricas e culturais do contexto e do lugar no qual as produções foram realizadas.

Em termos metodológicos, o COMCULT dedica-se ao desenvolvimento de uma análise integral, tanto das produções ficcionais quanto das informativas e de opinião, o qual requer atenção aos aspectos estéticos e estilísticos ligados aos gêneros e seus formatos. Não basta a aproximação histórica, sociológica ou política que podem resultar profundamente empobrecida por não dispor desses outros elementos de valoração da ficção e da informação. O desenvolvimento tecnológico da televisão, nos últimos anos, potencializou o estilo televisivo e tornou possível narrativas audiovisuais cada vez mais sensórias, que conduzem o espectador para dentro do mundo-tela. E se o estilo ajuda a contar uma narrativa, e a fazer conexões entre a televisão e a cultura, é de se imaginar que matrizes culturais relevantes em uma dada realidade sejam uma fonte primordial para a televisão contar suas histórias. Sendo assim, importa-nos o estilístico e o formal de um lado, como dimensões da imaginação criadora, mas, também, como dispositivos para construir e seduzir audiências e gerar verossimilhança, entre outras razões.

No estudo de narrativas e matrizes político-culturais nos interessa o passado, a histórica e a memórica. Mas, também, o presente, a ação política e a agência na construção de novas cidadanias e de sociedades mais inclusivas nas dimensões política, cultural e social.

Ao adotar o termo televisualidades, o Grupo mostra-se atento a uma situação contemporânea, na qual se assiste e se produz TV em outras plataformas, e abre-se a um universo de pesquisa que envolva não só televisão convencional, mas, também, TV digital, TV digital corporativa, webvídeo, webseries e on demand.

Mais informações na página do COMCULT no Facebook.

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Grupo de Pesquisa e Estudos em Sonoridades, Comunicação, Textualidades e Sociabilidade [ESCUTAS]

Criado em 2011, o grupo atualmente é coordenado pela professora Graziela Mello Vianna e pelo professor Nísio Teixeira e investiga produções simbólicas relacionadas a elementos sonoros, tais como o ruído, as paisagens sonoras e a canção, tendo como núcleo comum o desenvolvimento de análises performáticas, lítero-musicais e sonoras dessas produções. Análises notadamente inspiradas em autores da comunicação, da musicologia, da semiótica, da história, da sociologia e dos soundstudies, que busquem compreender o potencial expressivo desse tipo de produção e a sua imbricação com outros discursos veiculados nos media considerando ainda os contextos sócio-culturais, históricos e comunicacionais em torno de tais manifestações. O grupo integra pesquisadores, graduandos, mestrandos e doutorandos da UFMG e de outras instituições. A partir deste núcleo comum e, incluindo-se aí, na égide comunicacional, as pesquisas e discussões se interessam pela perspectiva jornalística, em especial o jornalismo cultural (publicações que abordam o tema, em especial nos anos de consolidação do rádio no Brasil, entre 1930 e1950), pela perspectiva publicitária (jingles, spots e campanhas educativas), pelos soundstudies, pelos estudos da música, da canção e da performance. São realizadas reuniões quinzenais para discussão das temáticas propostas.

Grupo de Pesquisa em Comunicação, Acessibilidade e Vulnerabilidades (AFETOS)

O Afetos iniciou suas atividades em 2017 com cadastro no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. Tem como foco reflexões teórico-conceituais que abarquem os múltiplos aspectos comunicacionais que interpelam os sujeitos em suas subjetividades, autonomia e nas relações com as tecnologias como formas socialmente construídas de fornecer condições de equidade no mundo. Seu desejo diz de uma convicção ética sobre pesquisas e projetos, que possam impressionar afetivamente a sociedade para uma ciência que acredita em mundos mais hospitaleiros e menos desiguais. Pessoas com deficiência são bem vindas como sujeitos pesquisadores e não apenas como sujeitos pesquisados.

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Grupo de Pesquisa em Comunicação, Mobilização Social e Opinião Pública (MOBILIZA)

O Mobiliza consolida uma linha de estudos e de investigação iniciada em 1999, com o propósito de compreender a comunicação em processos de mobilização social. Tendo constituído projetos de ensino e de extensão no âmbito da Graduação em Comunicação Social desde então, bem como gerado publicações e intensos intercâmbios em relação à temática, o Mobiliza assume, em 2014, a forma de um grupo de pesquisa registrado no DGP-CNPq, tendo os seguintes eixos de investigação: a formação e movimentação de públicos, as dinâmicas da opinião pública, os processos de comunicação para mobilização social e os processos de comunicação pública.

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Grupo de Pesquisa em Comunicação, Raça e Gênero (CORAGEM)

O grupo atua desde 2012, liderado por Laura Guimarães Corrêa. Até 2017, foi ligado ao GRIS e, chamado GRISpub à época, tinha como foco a pesquisa e as reflexões críticas sobre publicidade, mídia e consumo. Nos anos recentes, as temáticas do grupo foram gradativamente convergindo para os estudos sobre comunicação, raça e gênero. A formalização em 2018 no DGP-CNPq do Coragem - Grupo de Pesquisa em Comunicação, Raça e Gênero vem explicitar a ênfase na pesquisa das práticas comunicativas, principalmente as midiáticas, a partir de uma abordagem interacional e interseccional. Voltado à análise de discursos e contradiscursos que circulam na sociedade, investigamos relações e representações midiatizadas de raça, gênero, classe, sexualidade, entre outras, refletindo sobre desigualdades sociais, relações de poder, tensões, negociações e ações de sujeitos e grupos em interação nos diversos meios e plataformas contemporâneas.
Coragem vem da raiz latina cor, a mesma de 'coração'. Coragem traz também a 'cor' dos tons de pele, de corpos que carregam identidades, saberes e resistências. Assim, o grupo procura refletir sobre opressões estruturais e também sobre transformações, principalmente a partir de teorias e conceitos propostos por autores/as pertencentes ou advindos/as de grupos subalternizados da sociedade.
Vice-líder: Pablo Moreno Fernandes Viana. Pesquisadoras colaboradoras: Maria Aparecida Moura e Tatiana Carvalho Costa.

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Grupo de pesquisa em historicidades das formas comunicacionais (Ex-press)

A proposta do grupo é revelar potências no gesto de historicizar formas de comunicação, tomando o impresso como uma espécie de pivô cuja trajetória tratamos como um lugar de transbordamento que (in)forma diferentes processos comunicacionais e os (con)forma em suas configurações contemporâneas. Trata-se de observar tais processos destacando as expressões materiais em um caminho possível para a compreensão do modo como as relações entre os diferentes meios se configuram e, simultaneamente, transbordam para outros sistemas sociais. Interessam-nos os fluxos e as transformações, a constituição de materialidades como uma espécie de nó em que os aspectos de linguagem, disputas de sentido e poder emergem em seu processo de configuração. Assim, a superfície e a espessura das textualidades midiáticas, seus fluxos, mobilidades, regimes e modos de inteligibilidade, em suas conformações temporais e muitas vezes temporárias, são visados buscando estabelecer, numa perspectiva crítica, seus nexos e conexões com a cultura contemporânea e a imaginação social.

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Grupo de Pesquisa em Imagem e Sociabilidade (GRIS)

O GRIS foi criado em 1994, com cadastro no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. A temática central que unifica o grupo é a interrelação entre imagens e sociabilidade na configuração dos processos comunicativos. Os vários projetos desenvolvidos no âmbito do GRIS se caracterizam pelo tratamento analítico de seus respectivos objetos através dos conceitos de interação (interação e comunicação), experiência (experiência estética, experiência e mediação), cotidiano; sujeitos interlocutores, interfaces e dispositivos.

O GRIS compõe-se por sub-grupos de pesquisa, coordenados por professores doutores:

GRISPop - Grupo de Estudos sobre Interações Midiáticas e Práticas Culturais Contemporâneas, coordenado pela profa. Vera Regina Veiga França.
GRISom - Grupo de Estudos sobre Linguagens Sonoras, coordenado pela profa. Graziela Mello Vianna.

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Grupo de Pesquisa em Mídia e Esfera Pública (EME)

O Grupo de Pesquisa em Mídia e Esfera Pública está em funcionamento desde 1998, com cadastro no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. O grupo tem explorado o papel da mídia na promoção de debates públicos e na pré-estruturação do espaço público brasileiro. Investiga as interfaces que os meios de comunicação estabelecem com a formação da opinião pública, da vontade política e das identidades sociais, tratando particularmente a expressão, a atuação e argumentação pública de movimentos sociais e grupos cívicos. O EME é coordenado pela Profa. Rousiley Celi Moreira Maia.

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Grupo de Pesquisa Poéticas da Experiência

Constituído em 2007, o Grupo de Pesquisa Poéticas da Experiência é coordenado pelo Prof. André Guimarães Brasil, tendo como integrantes os professores César Geraldo Guimarães, Eduardo de Jesus, Roberta Veiga e Cláudia Cardoso Mesquita. O grupo estuda as múltiplas manifestações do audiovisual contemporâneo - nos domínios da fotografia, do cinema e das artes performáticas - levando em conta os processos de criação, a organização dos elementos expressivos e as formas de fruição. As discussões privilegiam os diferentes modos como as imagens figuram, convocam e produzem a experiência dos sujeitos.

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Grupo de Pesquisa Poéticas femininas, políticas feministas: a mulher no cinema

Grupo de pesquisa que se desenvolve como um braço do grupo de pesquisa já consolidado, o Poéticas da Experiência, da UFMG. Idealizado pela professora Roberta Veiga e por ela coordenado, o projeto busca abrigar diversas pesquisas (de graduação e pós-graduação) que, de forma mais geral, se dedicam a estudar e discutir os modos como o feminino se engendra no e com o cinema em seu sentido tanto estético quanto político, ou seja, como a mulher acontece cinematograficamente seja ela realizadora, personagem ou ambos. O coletivo de pesquisadoras se reúne quinzenalmente, desde maio de 2018, com a proposta de, a partir da escritura do filme e do método de filmagem - seja a obra ficcional, documental ou autobiográfica -, pensar de que modo a mulher se constitui em relação aos seus desejos e demandas, aos modos de visibilidade e de resistência frente ao capitalismo machista e os diversos mecanismos de opressão que produz.

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INSURGENTE: Grupo de Pesquisa em Comunicação, Redes Textuais

Coordenado pelo prof. Carlos Alberto de Carvalho, o grupo INSURGENTE se inspira e se engaja nos pressupostos identificados com a crítica às diversas formas de colonialidades do saber e do poder, manifestas em produtos e processos comunicacionais, midiáticos ou não, em interconexões com as redes textuais. As estratégias das colonialidades deixam a ver construções históricas de hierarquizações inferiorizantes, tais como aquelas que sustentam as relações de gênero, os genocídios, os racismos, a xenofobias e uma vasta gama de preconceitos e violências dísicas e simbólicas. Ao mesmo tempo, contra tais estratégias atuam atrizes e atores sociais, contando em suas lutas, levantes, enfrentamentos e insurgências, com uma variada gama de ações comunicacionais e de estratégias de produção e circulação de redes textuais. Ao grupo importam investigações de fenômenos socioculturais e simbólicos como as narrativas, as formações discursivas, as religiões e as ciências que evidenciem as fraturas, as fissuras e, sobretudo, as potências políticas e éticas que emergem de pressupostos teóricos e metodológicos comprometidos com a superação dos limites das estratégias das colonialidades do saber e do poder.

Núcleo de Estudos em Estéticas do Performático e Experiência Comunicacional - neepec

Criado em 2013, pelo professor Carlos Magno Camargos Mendonça, o Núcleo de Estudos em Estéticas do Performático e Experiência Comunicacional, toma a performance como método de pesquisa, investigando formas de comunicação que privilegiam a articulação entre o corpo, as imagens e as palavras. Este tipo de experiência comunicacional irrompe na relação autopoiética existente entre as estéticas do performático e a vida ordinária. Tais estéticas concebem o corpo como um produtor de afetos, como lugar da intuição sensível, e a performance (em suas dimensões social, artística ou linguística) como arquivo, dispositivo de memória e, simultaneamente, como oportunidade de crítica, de inventividade e de transformação.

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Núcleo de Estudos Tramas Comunicacionais: Narrativa e Experiência

O Núcleo de Estudos Tramas Comunicacionais: Narrativa e Experiência organiza-se em torno da investigação acerca dos fenômenos comunicacionais a partir da configuração narrativa dos textos que circulam nos diversos dispositivos sociais e midiáticos. A narrativa, em abordagem pragmática, é vista como constituinte de processos de mediação próprios que articulam dimensões textuais, temporais, estéticas e ideológicas que contribuem para a conformação das experiências dos indivíduos, demandando com isso o desenvolvimento de perspectiva teórico-analítica peculiar. O grupo abre-se ao estudo tanto de tessituras narrativas específicas - e de relações aí presentes - quanto busca contribuir para a compreensão de fenômenos midiáticos peculiares, como o jornalismo e a televisão. O Tramas Comunicacionais é coordenado pelos professores Bruno Souza Leal, Carlos Alberto de Carvalho e Phellipy Pereira Jácome.

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Contato
ppgcom@fafich.ufmg.br

(31) 3409-5072

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas

Secretaria do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social

Av. Antônio Carlos, 6627 - Campus Pampulha - Sala 4234 - 4º Andar
CEP: 31270-901 - Belo Horizonte/MG